Goiás, Sergipe e Rondônia estão em alerta crescente de longo prazo
Fucoarse: Casos de infecção respiratória grave aumentam em três estados brasileiros;Saiba qual
Goiás, Sergipe e Rondônia estão juntos há muito tempo no topo
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Gerado: 26/02/2026 - 13:52
Aumento de doenças respiratórias em Goiás, Sergipe e Rondônia
O boletim InfoGripe da Fiocruz mostra aumento de casos de infecções respiratórias graves em Goiás, Sergipe e Rondônia com tendência de aumento de longo prazo.Positivo para vírus respiratórios.
Os casos de infecções respiratórias agudas estão aumentando em vários países do Brasil, segundo novo boletim InfoGripe publicado nesta quinta-feira.O projeto, desenvolvido pelo programa de informática da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), rastreia os casos de síndrome respiratória grave (SRAG), aqueles que evoluem para o hospital.
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A última análise, referente ao período de 15 a 21 de fevereiro, mostra o crescimento nacional impulsionado pelo aumento de internações por rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR) em três estados do Brasil.Goiás, Sergipe e Rondônia estão em nível de alerta com tendência de alta de longo prazo.
Geralmente, é causada pelo aumento da AV, que causa bronquiolite especialmente em fetos e bebês.Em Goiás e Sergipe também há aumento do rinovírus, causador do resfriado comum.Em Rondônia também há um aumento significativo da gripe A, que causa gripe, principalmente entre jovens e adultos.
Segundo Tatiana Portella, pesquisadora do Boletim InfoGripe, “o estudo encontrou indícios de aumento contínuo de internações por influenza A no Pará e no Ceará e por rinovírus em São Paulo e no Distrito Federal, mas nenhum efeito nos casos de SRAG”.
Outros estados não apresentam tendência elevada, mas a SARS é alta.É o caso do Acres, Amazonas e Roraima.Nos dois primeiros, o principal agente respiratório é a influenza A, que provocou aumento recente, mas agora começa a dar sinais de queda.O VSR também é responsável por grande parte dos casos nos estados, mas está diminuindo no Amazonas e continua aumentando no Acre e Roraima.
Em relação às principais cidades, em especial, apenas duas apresentam nível de alerta, risco ou alto risco de atividade de SRAG e sinal de mudança de longo prazo: Boa Vista (RR) e Porto Velho (RO).O aumento foi feito nas faixas etárias de 2 a 4 e de 15 a 49 anos em Boa Vista, e crianças de 2 anos em Porto Velho.
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Surtos de SRAG em Manaus (AM) e Rio Branco (AC) também alertam;Não há sinais de melhoria nas tendências de longo prazo, embora estejam em risco ou em níveis de alto risco.
No Brasil, em 2026, foram notificados 8.218 casos de SRAG, dos quais 2.566 (31,2%) tiveram resultado laboratorial positivo para o vírus respiratório.Dentre eles, 34,6% foram confirmados com rinovírus;19,2% gripe A;1,9% influenza B, que também causa gripe;20% com Sars-CoV-2, causador da Covid-19, e 12,5% com VSR.Os casos de SARS são mais comuns entre crianças pequenas, enquanto as mortes são mais comuns entre os idosos.
