A atriz alegou que foi vítima de violência sexual e sucumbiu à pressão da família ao descobrir que estava grávida.
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Nana Gouvea lembra do casamento aos 16 anos e diz: “Casei com o culpado”.
A atriz alegou que foi vítima de luxúria e, ao descobrir que estava grávida, sofreu pressão da família.
Aos 50 anos, Nana Gouvea decidiu revelar uma ferida antiga: contou que foi obrigada a casar aos 16 anos, depois de engravidar. Em reportagem publicada nesta quarta-feira (25) nas redes sociais, a atriz afirmou que já foi vítima de violência sexual na adolescência e que ao descobrir que estava grávida foi pressionada pela família para manter contato com o agressor.
A manifestação foi realizada após a absolvição de um homem acusado de estuprar uma criança de 12 anos pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais.Para Nana, episódios como esse mostram uma realidade constante.“As mulheres são sempre atacadas”, escreveu ele.
Refletindo sobre sua própria história, ele falou sobre uma experiência que teve quando era jovem. “Eu não queria me casar, não queria filhos e não queria me casar, tinha 16 anos!”ele disse. Depois resumiu o que lhe foi dado: “A solução? Casar a menina com o homem violento”. Famoso pela atuação em “Porto dos Milagres”, ele também relatou que foi agredido fisicamente “no meio da rua” e em sua casa.
Em outra parte do comunicado, ela disse diretamente: “Casei com a violência, a história da minha vida”.Segundo ele, o pai enfatizou: “Volte para o seu marido” e enfatizou que “não há mulher divorciada na família”.Nana também disse que ouviu a frase: “Uma mulher divorciada só serve para uma mulher viva”.O divórcio ocorreu aos 19 anos e ela já era mãe de duas filhas pequenas.
Segundo seu depoimento, o relacionamento foi marcado por traições, violência e abandono, inclusive pela segunda gravidez.Quando surgiu uma oportunidade de trabalho no Rio de Janeiro, ela teve que aceitá-la e deixar as filhas sozinhas por um tempo.“Está tudo igual”, lamentou.
Apresentada nacionalmente como modelo na década de 1990, Nana integrou o elenco da primeira edição da “Casa dos Artistas” exibida pelo SBT e participou de produções da TV Globo como “A Turma do Didi” e “JK”.
Além da televisão, construiu uma carreira extraordinária no Carnaval carioca.Por cerca de 13 anos, foi rainha de bateria em escolas como Caprichosos de Pilares, São Clemente e Império de Tijuca.
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