Deborah Dunhill relatou fortes dores, perda de mobilidade e tratamento médico após complicações graves
Tatuagem quase resulta na amputação da perna da ex-Miss Bumbum;veja o relatório de impacto
Deborah Dunhill relatou dor terrível, perda de movimento e tratamento pós-concussão
Escritor O Globo - Rio de Janeiro
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Derivado: 01/05/2026 - 12h48
A complexidade da tatuagem quase fez com que Débora Dunhill fosse cortada
A influenciadora Débora Dunhill quase cortou a perna após complicações de saúde devido à tatuagem.Mesmo após o atendimento primário, suas dores e incapacidade de andar aumentaram, levando-a ao hospital no dia 8 de outubro. Sem nenhuma infecção bacteriana detectada, houve suspeita de reação ao material da tatuagem.O tratamento foi generalizado e teve resultados, o que foi um alerta sobre os riscos da tatuagem.
A influenciadora Deborah Dunhill, que atualmente mora em Portugal, disse que sofreu graves complicações de saúde após fazer uma tatuagem na perna em setembro passado, e o quadro progrediu nas semanas seguintes até precisar de atendimento hospitalar de emergência no dia 8 de outubro.
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“Nos primeiros dias pensei que fosse isso. Passei pomada e tentei cuidar em casa”, disse.Porém, a dor aumentou gradativamente e a área tatuada não apresentou sinais satisfatórios de cicatrização.Débora frisou que na semana fez outra tatuagem na mão, sem nenhum problema, o que fez com que os médicos ignorassem a ação habitual em relação à cirurgia.
À medida que seu quadro piorou, o influenciador disse que começou a ter dificuldade para caminhar e realizar tarefas básicas.“Acabei tendo que dormir na sala com os pés para cima porque não conseguia subir as escadas”, disse ela.“Tive que levá-lo para tomar banho, comer, tudo.”Isso durou semanas até que a dor se tornou insuportável.“No dia 8 de outubro não consegui mais colocar os pés no chão. Foi quando fui levado ao hospital”, disse ele.
Na unidade de voz, segundo Débora, a situação da lesão é igualmente preocupante.“No início até falaram sobre o risco de amputação e ninguém apresentou infecção bacteriana, mas todos os resultados foram negativos”.Foram muitos testes e ninguém apareceu.
Diante da ausência de infecção, a equipe médica passou a trabalhar na hipótese de reação grave do organismo ao material utilizado na tatuagem.Débora comentou que a lesão chegou a um estágio crítico. “A perna estava em estado muito grave, parecia uma lesão acidental. Disseram que era na perna”, disse ele.O tratamento exigiu curativos diários, uso de medicamentos e acompanhamento constante durante os meses de outubro e novembro.
Segundo ela, a recuperação foi lenta e exigiu paciência.“Fiquei quase dois meses em tratamento. Primeiro era todos os dias, depois passou a ser dia sim, dia não”, diz ele.Apesar da melhora gradual, Deborah ressalta que sentiu efeitos visíveis: “Até hoje não consigo remover ou corrigir a tatuagem e minha perna não voltou ao normal”.
Ao tornar público o caso, Débora declara que o objetivo é alertar para muitos dos riscos envolvidos em um procedimento que parece simples.“Tatuagem é uma invasão. Quando algo foge ao controle, as consequências podem ser muito graves”, enfatiza.Segundo ela, ao menor sinal de deterioração deve-se procurar atendimento médico para evitar incidentes mais graves.
