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Estudos mostram que comer menos proteína pode atrasar o desenvolvimento do câncer de fígado.

Estudos mostram que comer menos proteína pode atrasar o desenvolvimento do câncer de fígado.

Um estudo com ratos observou redução do crescimento de tumores de câncer de fígado em animais que reduziram a ingestão de proteínas. Estudo sugere que comer menos proteína pode retardar o câncer de fígado Um estudo realizado em ratos mostrou...

Estudos mostram que comer menos proteína pode atrasar o desenvolvimento do câncer de fígado

Um estudo com ratos observou redução do crescimento de tumores de câncer de fígado em animais que reduziram a ingestão de proteínas.

Estudo sugere que comer menos proteína pode retardar o câncer de fígado

Um estudo realizado em ratos mostrou que os tumores de câncer de fígado cresceram menos em animais que reduziram a ingestão de proteínas.

Uma dieta pobre em proteínas pode ajudar a retardar o crescimento do câncer de fígado em pessoas que já apresentam insuficiência hepática.

Durante os experimentos, os pesquisadores observaram que a doença progredia mais lentamente em camundongos com tumores hepáticos quando os animais iniciavam uma dieta pobre em proteínas.Eles também viveram mais tempo em comparação com aqueles que mantiveram a ingestão normal de nutrientes.

A hipótese dos cientistas é que a estratégia funcione porque reduz a produção de amônia — um composto que pode se acumular quando o fígado não consegue realizar a função dele da forma certa. O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, e publicado em 9 de janeiro na revista científica Science Advances.

Os primeiros sintomas do câncer de fígado

— Doença real (uma doença que dá uma cor amarela à parte branca dos olhos e da pele).

- Urina mais escura que o normal e/ou cocô de cor mais clara

- Pele com coceira

- Perda de apetite e/ou enjôo.

- perda de peso não intencional.

- Sentir-se cansado ou sem energia o tempo todo.

- Há um caroço no lado direito do abdômen.

Metodologia de pesquisa

Para entender se o acúmulo de amônia pode afetar o desenvolvimento do câncer de fígado, os pesquisadores fizeram experiências com ratos.O primeiro passo é induzir tumores hepáticos em animais.

Eles então usaram ferramentas de edição genética para desativar as enzimas responsáveis ​​pela conversão da amônia em uréia – um processo que normalmente ocorre no fígado para eliminar a substância do corpo.

Comparações entre grupos mostraram que animais capazes de processar amônia acumularam níveis mais elevados em seus corpos, desenvolveram tumores maiores e morreram mais rapidamente.

Além disso, os pesquisadores também descobriram que parte dessa amônia é reutilizada pelas células tumorais para criar moléculas capazes de se multiplicar.

Qual é o papel da amônia no corpo?

A amônia é produzida naturalmente quando o corpo decompõe as proteínas durante a digestão.É uma substância tóxica, por isso deve ser rapidamente convertida em uréia pelo fígado e excretada na urina.

Quando o fígado está saudável e funciona normalmente, o processo corre bem.Contudo, em pessoas com doença hepática, esta capacidade será afetada.

Segundo os pesquisadores, quando a amônia está alta no corpo, as células cancerígenas podem ser usadas como matéria-prima para crescer e se multiplicar.

Ajustar sua dieta pode ajudar

Após identificar o papel da amônia no crescimento do tumor, os pesquisadores testaram se era possível reduzir esse efeito por meio da dieta.

Para conseguir isso, alguns ratos começaram a ser alimentados com dietas com menor teor de proteínas.A ideia é reduzir a produção de amônia no organismo, pois os nutrientes são criados durante a digestão dos alimentos.

Os animais que consumiram menos proteína tiveram crescimento tumoral mais lento e viveram mais.Para os pesquisadores, as descobertas sugerem que mudanças na dieta podem ajudar a retardar a progressão da doença, principalmente em pessoas com problemas hepáticos.

O médico deve aconselhá-lo a mudar sua dieta

Apesar dos resultados, os pesquisadores ressaltam que a redução da proteína não deve acontecer sem a orientação dos médicos.Em muitos casos de tratamento oncológico, por exemplo, a alimentação adequada é importante para evitar a perda de peso e manter a energia do paciente.

Neste contexto, qualquer ajuste dietético deve ter em conta o estado do fígado, o estágio da doença e as necessidades nutricionais de cada paciente.

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