China aumentará impostos sobre preservativos e outros contraceptivos em meio ao envelhecimento da população e à baixa taxa de natalidade
A nova estratégia do governo chinês para aumentar a taxa de natalidade
Com uma população envelhecida e baixa fertilidade, a China aumentará os impostos sobre preservativos e outros contraceptivos
A partir deste ano, o povo chinês terá de pagar um imposto de 13% quando comprar preservativos.Há 30 anos que os preservativos, as pílulas contracetivas e os testes de gravidez estão isentos do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), no âmbito de um rigoroso controlo populacional.
A reforma fiscal, anunciada em meados de dezembro de 2025, põe fim às isenções em vigor desde 1994, na altura da política do filho único, mas cria outras, precisamente com o objetivo de promover a natalidade.
Entre as medidas anunciadas estão o aumento das licenças para os pais, a eliminação de impostos adicionais sobre serviços relacionados com o casamento e o cuidado de idosos, e a isenção de IVA para cuidados infantis.
A reforma económica faz parte de uma estratégia que o governo chinês vem implementando há algum tempo.Segundo autoridades locais, o motivo é controlar o rápido envelhecimento da população.isso indica um envelhecimento moderado da sociedade”, até 2024, disse uma nota da Agência de Notícias Xinhua.
No entanto, esta medida foi recebida com ceticismo por parte da China.Algumas pessoas nas redes sociais criticaram a nova política, dizendo que era necessário mais para incentivar a procriação do que acabar com a isenção fiscal.Outros citaram os custos associados à criação dos filhos.Hoje, a China é um dos países mais caros do mundo para criar um filho.
